Escrita avulsa retirada da gaveta: diarística, textos esparsos, relíquias, memórias, antiguidades, velharias e outras inutilidades.

08
Set 15

carbon-atom.jpg

 

Muitas são as tradições ocultistas que diabolizam ou cultuam o famoso 666: o chamado "número da Besta"! Mas, do ponto de vista científico, o 666 pode também ser visto como a estrutura do átomo de Carbono: 6 protões, 6 neutrões, 6 electrões! E não é o carbono a base da vida biológica na Terra? Então penso, divago, divirjo. Porque, de acordo com o enigmático «Livro de Urântia» (Livro da Terra), nós habitamos o Universo de Nebadon (um dos 7 Grandes Universos), e precisamente num recanto da Via Láctea que é tido como a zona satânica - ou melhor, a zona dissidente de influência luciferiana (de Lúcifer, o anjo rebelde portador da Lux). Não quero com isto ressuscitar o velho maniqueísmo da guerra cósmica entre Michael e Lúcifer. Nesta ambígua dicotomia, confusa e poluída, nunca saberíamos quem é quem, nem de que lado estamos. Apenas reflicto nesta curiosa coincidência. O 666 é também o símbolo que configura o átomo de carbono, no qual se baseia a vida neste canto do Universo. Acresce que algumas mensagens crípticas nos agroglifos insinuam recentemente a existência de vida alienígena baseada no átomo de silício. Será assim? Se este planeta onde tentamos sobreviver sobre a tripla estrutura hexagonal do carbono é também um "planeta satânico", isso não sei. Mas que um ignoto espírito maligno o parece animar, montando nele o palco de uma negra tragicomédia, isso sim: basta aqui estar e ver! Não sei é quem ri ou quem chora sobre tudo isto! Planeta satânico? Planeta baseado no átomo de carbono? Sei lá! Todavia sei algo dessa vasta Guerra Sideral que nos assola há milénios a partir dos planos subtis: batalha multissecular que hoje atinge o paroxismo. E por isso, nesta era da informática baseada no silício, penso, divago, medito, divirjo. Carbono versus Silício? A velha luta entre Deus e o Diabo? A velha Guerra dos Deuses embalada em versão de estrutura atómica do Universo? Risível? Não, porque não rio. Penso, só isso. Que mal há em pensar!?

08-9-2015

© Pedro Barbosa

publicado por Pedro Barbosa às 20:23

Parabéns!! Ótima linha de raciocínio*.... penso que em realidade a abundante e fundamental presença do carbono na estrutura bioquímica dos compostos orgânicos seja resultante ou inerente a uma genética corrompida🧬 (natureza pecaminosa) mas que encontráva-se pura em seu estado primordial a base de silício*. A relação que, particularmente, faço entre a “marca da besta” e o fato de atualmente o espírito humano habitar um corpo perecível e feito à base oxigênio e carbono é exatamente esta*: 666 seria uma representação do gênero humano em seu estado “caído” cuja natureza é pecaminosa em virtude do ocorrido no Éden que foi o pecado original*.. oras!! Se considerarmos tal perspectiva do ponto de vista científico, também devemos espiritualmente assumir que neste plano tridimensional decaído infelizmente todos nós já nascemos com a “marca” presente na composição química do nosso corpo e portanto obviamente carecemos da misericórdia, compaixão, libertação, transformação (metanoia) e Salvação (Redenção) por parte do Eterno*.... o nosso PaiCriador, o Qual nos foi revelado em Amor através de seu Filho Ye’shua❤️.... a Ele seja a honra, a Glória e toda exaltação... eternamente!!
Anónimo a 10 de Abril de 2020 às 20:15

Grato pela reflexão! Mt interessante. :)

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